Se voce nao encontrar um "posto" nao faz mal, garrafas com 1 litro sao vendidas por todas partes. Detalhe, usam garrafas de refrigerante ou ate mesmo de whisky para guardar o combustivel.
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sábado, abril 05, 2008
Posto
Se voce nao encontrar um "posto" nao faz mal, garrafas com 1 litro sao vendidas por todas partes. Detalhe, usam garrafas de refrigerante ou ate mesmo de whisky para guardar o combustivel.
quinta-feira, abril 03, 2008
Angkor
Passamos dois dias inteiros passeando pelo parque e visitando os templos e as construções mais importantes de Angkor. Daria para escrever uma pagina de cada um dos lugares. Alguns em melhor estado que outros, alguns foram restaurados ou estao sendo restaurados agora. Acredita-se que nos anos de 1181 e 1201, cerca de 1 milhão de habitantes viviam por lá, número muito superior a qualquer cidade européia daquela época.

O motorista do tuk tuk que acompanhou a gente durante os dois dias nasceu na regiao e trabalhou durante 4 anos na restauracao de um dos templos. Ele contou que tinham que cavar 2 metros para encontrar pedras que podiam estar soterradas. Separar as pedras e voltar a colocar.
O motorista do tuk tuk que acompanhou a gente durante os dois dias nasceu na regiao e trabalhou durante 4 anos na restauracao de um dos templos. Ele contou que tinham que cavar 2 metros para encontrar pedras que podiam estar soterradas. Separar as pedras e voltar a colocar.
O que impressiona de Angkor nao 'e o tamanho das pedras nem como elas foram parar ali como em Machu Picchu. Aqui as pedras eram menores e sabe-se que foram trazidas por elefantes. Para mim o especial sao todas as esculturas e detalhes nas proprias pedras. Buddhas, ninfas, flores, elefantes, murais inteiros esculpidos.
Tambem visitamos Ta Prohm, um templo do século 17. Diferente das outras construções, que tiveram a vegetação retirada pelos franceses, Ta Prohm foi deixado tal qual encontrado. Hoje árvores tomaram conta das ruínas e as grossas raízes e troncos formam parte da estrutura. Ta Prohm serviu de cenário do filme Tomb Raider.
Depois de dois dias passeando por Angkor, Charlie e eu conversamos sobre as Novas sete maravilhas do mundo e achamos que Angkor tinha que estar entre as sete. Muito lindo!
Bayon
Antes mesmo de começar a viagem sabiamos que Siem Riep ia ser especial. Nao pela cidade em si, mas pelos templos de Angkor que ficam a poucos quilometros da cidade.
Para irmos da cidade ao parque arqueologico de Angkor contratamos um tuk tuk para todo o dia, assim tinhamos como ir de um templo para o outro. Pedimos para que ele viesse as 5 da manha assim poderiamos ver o amanhecer no parque.
Ficamos la por horas, tiramos fotos de tudo, de cada detalhe, ficamos sentados admirando o conjunto e cada um dos rostos. Com certeza um dos lugares mais especiais de toda a viagem! Vale a pena!!
Decretado patrimonio da Humanidade pela Unesco em 1992, a regiao de Angkor ocupa aproximadamente 100 km² e contem as ruinas do imperio Khmer (seculo IX - XV). Somente as edificaçoes religiosas eram feitas de pedra, e foi o unico que restou. Os primeiros templos construidos eram hindus, depois foram construidos templos budistas.
Para irmos da cidade ao parque arqueologico de Angkor contratamos um tuk tuk para todo o dia, assim tinhamos como ir de um templo para o outro. Pedimos para que ele viesse as 5 da manha assim poderiamos ver o amanhecer no parque.Fomos direto ver o "Bayon", templo famoso pelas suas caras. Sao 54 torres e cada uma contem 4 rostos de Buddha, um total de 216! Charlie e eu chegamos la quando ainda estava escuro, fomos os primeiros! A medida que os primeiros sinais do sol iam surgindo podiamos identificar mais detalhes de onde estavamos. Foi incrivel estar nesse lugar a essa hora. De longe parece uma montanha de pedras (o que nao deixa de ser verdade), mas quando voce se aproxima vai "descobrindo" todos os rostos sorrindo! Muito especial esse lugar, uma energia muito boa, paz!
Ficamos la por horas, tiramos fotos de tudo, de cada detalhe, ficamos sentados admirando o conjunto e cada um dos rostos. Com certeza um dos lugares mais especiais de toda a viagem! Vale a pena!!quarta-feira, abril 02, 2008
Kep
Fomos passar o final de semana em Kep. PRAIA!! Ver o mar 'e sempre maravilhoso! Melhor ainda 'e ver o mar e comer frutos do mar!!Kep 'e famosa pelos carangueijos e pela pimenta que 'e cultivada na regiao. E o prato tipico: Pepper Crab!
Fomos no mercado dois dias seguidos onde estao os restaurantes locais e que servem a melhor comida! Inesquecivel.
No segundo dia fomos a Koh Tunsay, tambem conhecida como Ilha do Coelho. A ilha fica uns 40 minutos de barco desde Kep. Demos a volta na ilha caminhando, depois tomamos agua de coco, banho de mar.. vida dura!
Phnom Penh
Phnom Penh foi bom para descansar, usar internet, ir no correio, visitar o mercado. Estar numa cidade grande tambem 'e prazeroso. 'E pratico!
La fomos visitar o S-21, uma escola que foi transformada em prisao onde cambojanos foram detidos e torturados sob o comando do ditador Pol Pot. Intelectuais, professores, médicos, advogados e qualquer cidadão com vestígios de liderança ou oposição foram exterminados. Entre 1975 a 1979, aproximadamente 16 mil pessoas passaron pelo S-21. Hoje o local funciona como museu com muitas fotos, documentos da epoca, ate' cranios! Foi muito forte estar ali.
Phnom Penh teve coisas gostosas tambem, caminhamos muito pela cidade, visitamos os mercados, trocamos livros, compramos outros. Ficamos impressionados com a quantidade de motos pela cidade. Eu achava que Sao Paulo era campeao.. mas nao e'! E aqui moto e' para a familia toda! Cheguei a ver ate cinco: pai, mae e tres criancas numa mesma moto! Boa parte das motos sao "taxis", tambem tem tuk-tuk e uns "triciclos" (bicicleta).
La fomos visitar o S-21, uma escola que foi transformada em prisao onde cambojanos foram detidos e torturados sob o comando do ditador Pol Pot. Intelectuais, professores, médicos, advogados e qualquer cidadão com vestígios de liderança ou oposição foram exterminados. Entre 1975 a 1979, aproximadamente 16 mil pessoas passaron pelo S-21. Hoje o local funciona como museu com muitas fotos, documentos da epoca, ate' cranios! Foi muito forte estar ali.
Phnom Penh teve coisas gostosas tambem, caminhamos muito pela cidade, visitamos os mercados, trocamos livros, compramos outros. Ficamos impressionados com a quantidade de motos pela cidade. Eu achava que Sao Paulo era campeao.. mas nao e'! E aqui moto e' para a familia toda! Cheguei a ver ate cinco: pai, mae e tres criancas numa mesma moto! Boa parte das motos sao "taxis", tambem tem tuk-tuk e uns "triciclos" (bicicleta).Compramos nossas passagens para India!!! Vamos dia 06 de abril para Calcutta. :o)
sábado, março 29, 2008
CAMBOJA
ou Kampuchea como também é conhecido o país. Cruzamos a fronteira em Stung Treng e de lá pegamos outro ônibus até Banlung, uma pequena cidade no nordeste do país, capital da província de Ratanakiri.

Chegamos em Banlung por volta das 7 da noite e tinhamos uma recomendação de um lugar para ficar. A ex-casa do governador que hoje em dia é um hotel de 7 quartos. No momento em que o ônibus chega a cidade, antes mesmo de botar um pé no chão tem um monte de gente gritando "Lady, lady, tuk-tuk?", "Do you need a hotel?", "Where do you go?"e repetem isso até você sair correndo ou aceitar ir com algum deles. Logo de cara vimos que um deles estava com a placa desse hotel que queriamos ficar e fomos com ele. A casa era amplia, o segundo andar todo de madeira, com pé direito alto, uns móveis antigos, uma varanda grande. Foi ótimo!
Apenas as ruas do centro são asfaltadas e com a falta de chuvas a cidade é uma nuvem de pó vermelho. Impressionante!
No primeiro dia alugamos bicicletas e fomos conhecer o lagoYak Loum que fica uns 5 kilometros da cidade. Até esse momento não sabiamos a quantidade de pó que os carros lenvantavam ao passar. No caminho tivemos que descer da bicicleta e caminhar porque era como andar de bicicleta na areia.

No dia seguinte resolvimos comprar máscaras e ir de moto. Fomos conhecer 3 cachoeiras da região: Ka Tieng, Kan Chang e Cha Ong, esta última com 18 metros de altura. As cachoeiras eram bonitas, mas adoramos o passeio de moto. Entramos na onda asiática e fomos os três: o motorista, Charlie e eu numa mesma moto.
No caminho vimos plantações de seringueiras e muitos cajueiros. Claro que eu pedi para parar quando vi as árvores cheias de cajus vermelinhos! Comimos ali mesmo na beira da estrada e ainda peguei alguns para levar para o hotel. Delicioso!
Estar na cidade, principalmente onde está o mercado era como estar num filme. Uma confusão, muita gente, muitas motos, bicicletas, barracas de comida, frutas, pedras semi-preciosas, artesanias, celulares, roupa, de tudo, inclusive aranhas fritas! Charlie tirou ótimas fotos. As pessoas falam muito bem inglês e são muito simpáticas. As crianças são lindas!
Aproveitamos para ler mais sobre a historia do país, principalmente sobre o genocídio cometido pelo Khmer Rouge (Khmer Vermelho), partido comunista que assumiu o poder no Camboja em 1975. Entre os anos de 1975 e 1979, 25% da população do país foi dizimada, algo em torno de 2 milhões de pessoas!
Chegamos em Banlung por volta das 7 da noite e tinhamos uma recomendação de um lugar para ficar. A ex-casa do governador que hoje em dia é um hotel de 7 quartos. No momento em que o ônibus chega a cidade, antes mesmo de botar um pé no chão tem um monte de gente gritando "Lady, lady, tuk-tuk?", "Do you need a hotel?", "Where do you go?"e repetem isso até você sair correndo ou aceitar ir com algum deles. Logo de cara vimos que um deles estava com a placa desse hotel que queriamos ficar e fomos com ele. A casa era amplia, o segundo andar todo de madeira, com pé direito alto, uns móveis antigos, uma varanda grande. Foi ótimo!
No primeiro dia alugamos bicicletas e fomos conhecer o lagoYak Loum que fica uns 5 kilometros da cidade. Até esse momento não sabiamos a quantidade de pó que os carros lenvantavam ao passar. No caminho tivemos que descer da bicicleta e caminhar porque era como andar de bicicleta na areia.
No dia seguinte resolvimos comprar máscaras e ir de moto. Fomos conhecer 3 cachoeiras da região: Ka Tieng, Kan Chang e Cha Ong, esta última com 18 metros de altura. As cachoeiras eram bonitas, mas adoramos o passeio de moto. Entramos na onda asiática e fomos os três: o motorista, Charlie e eu numa mesma moto.
Estar na cidade, principalmente onde está o mercado era como estar num filme. Uma confusão, muita gente, muitas motos, bicicletas, barracas de comida, frutas, pedras semi-preciosas, artesanias, celulares, roupa, de tudo, inclusive aranhas fritas! Charlie tirou ótimas fotos. As pessoas falam muito bem inglês e são muito simpáticas. As crianças são lindas!
Aproveitamos para ler mais sobre a historia do país, principalmente sobre o genocídio cometido pelo Khmer Rouge (Khmer Vermelho), partido comunista que assumiu o poder no Camboja em 1975. Entre os anos de 1975 e 1979, 25% da população do país foi dizimada, algo em torno de 2 milhões de pessoas!
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